Casamento militar + época + criação de filhos + suprimentos do espaço + casar primeiro e amar depois + romance doce + ambos puros. Depois de morrer no fim do mundo, Song Li entrou em um romance masculino ambientado na era dos anos, tornando-se a esposa de mera figuração de um vilão trágico e poderoso da história. A dona original tinha um caráter péssimo, era preguiçosa e glutona, além de maltratar as crianças, forçando o vilão a cair na escuridão, e no fim ela mesma foi torturada até a morte. Song Li estremeceu. Ainda bem que chegou num momento perfeito; tudo ainda não tinha acontecido, e seu espaço também estava lá. Song Li cultivou a terra, vendeu chá espiritual, abriu uma fábrica de alimentos e, sem perceber, tornou-se a mulher mais rica do país. E aquele homem que antes a evitava como se ela fosse uma serpente ou um escorpião também começou a se agarrar a ela e não a soltar. “Esposa, está na hora de termos o segundo filho!”
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Sofia despertou em um espaço durante um sonho de primavera.
Era exatamente o décimo ano do apocalipse, provocado pela liberação de águas residuais nucleares, que trouxe mutações ao mundo.
Após exterminar o centésimo zumbi, Sofia, exausta, deitou-se no depósito e, entre o sono e a vigília, sentiu-se caindo sobre alguém.
O homem vestia uma camisa branca e calças verde-militar; parecia sob efeito de algum medicamento, com o rosto ruborizado, suor fino na testa e um olhar frio tingido de desejo intenso, irritado e furioso ao encará-la.
— Saia de cima!
Sofia, que sobrevivera dez anos intacta no apocalipse, nunca fora de obedecer facilmente. Especialmente diante de um homem.
Ela arqueou as sobrancelhas, sorrindo com malícia.
Seus dedos deslizaram pelo nariz e lábios do homem, percorrendo o pescoço até repousar nos botões de sua camisa branca.
Com um estalo, vários botões se soltaram, revelando o abdômen escultural do homem.
Sofia passou os dedos suavemente. — Oito músculos, realmente um exemplar raro.
— Sofia! — O corpo do homem tremia sob o toque dela; ele queria afugentá-la com severidade, sem perceber o quão tentador era neste instante.
Durante dez anos de apocalipse, Sofia nunca relaxou seus nervos; mas hoje, queria se entregar.
Se era um sonho, por que reprimir-se?
Pensando nisso, Sofia deslizou a mão pela barriga do homem até o cinto. O calor sobre ele quase o fazia perder o controle; sua voz rouca suplicava:
— ...Pare.
Mas ao ouvir o clique do cinto sendo desfeit